Este trabalho tem por propósito criar condições mais propícias para as construções verdadeiramente coletivas e colaborativas, por meio da reconexão dos indivíduos consigo mesmos, com os outros e com o ambiente ou entorno. Neste contexto, cada um descobre-se autônomo, livre e, ao mesmo tempo, participante de uma rede interdependente. Estes são alguns dos conceitos que Peter Senge explora em suas “Cinco Disciplinas”. Buscamos empoderar pessoas a serem protagonistas e sentirem-se participantes ativas e autonomamente responsáveis pelo que fazem e capazes de influenciar a criação do futuro. Os espaços verdadeiramente coletivos contribuem para uma melhor qualidade dos processos em pequena e larga escala e, de forma mais global, certamente são "pré-requisitos" para permitir o florescimento de organizações mais saudáveis e uma sociedade mais sustentável, humana e viva. Isto acontece porque neste contexto tendem a ocorrer conversas significativas, sobre o que realmente importa e faz a diferença, com maior valorização e melhor uso da inteligência coletiva e melhor aproveitamento do investimento da energia das pessoas... e este é o caminho para ações integras e sábias. Do ponto de vista dos indivíduos envolvidos, observa-se maior satisfação, felicidade, plenitude, senso de significado e, portanto, maior engajamento no trabalho. ”Para os líderes: "O território mais profundo da liderança é "escutar" coletivamente
o que deseja emergir no mundo e ter a coragem de fazer o que é demandado." Joseph Jaworski |

