O
papel do facilitador, ou anfitrião (host) é co-criar o processo junto
com os envolvidos (ou parte deles) e durante o evento estar presente e
atento ao processo coletivo, permitindo que este atenda ao grupo e ao
que estiver surgindo no coletivo. Existem algumas competências importantes para esse trabalho, que estão resumidas em: Segue uma breve descrição de algumas das técnicas participativas que utilizamos. Cada uma tem o seu charme e aplicação ideal e podem ser usadas ao planejar um encontro, processo coletivo ou como inspiração para novos conceitos organizacionais. Além disso, podem ser misturadas conforme a necessidade. Veja os anexos abaixo (versões em inglês e português), para um ótimo resumo mais detalhado sobre a arte de ser anfitrião de conversas significativas. Existem
algumas diferenças entre a facilitação e o hosting, apesar de tratar-se
de um espectro contínuo e ambos serem necessários em maior ou menor grau para o sucesso de um processo coletivo. São formas
complementares de liderança: a facilitação tende mais para o
planejamento e o hosting para a espontaneidade. A principal diferença está no fato do facilitador estar preocupado em levar o grupo a atingir um objetivo específico, enquando o anfitrião está aberto e a serviço do que emerge do coletivo. Assim, o primeiro procura ficar fora do processo, exercendo um certo controle, tentando guiar o grupo ao destino, enquanto o segundo fica imerso no processo, aberto e atento ao que está acontecendo, criando e segurando o espaço para que o grupo se auto-organize.
Referência: blog Chris Corrigan - http://chriscorrigan.com/parkinglot/?p=1307 |

